Dica | Mayer Hawthorne – The Walk

Ei, você já ouvir falar de Mayer Hawthorne?

Basta dizer que o cara já esteve com show no Brasil no mesmo festival que trouxe Amy Winehouse pra você se dar conta de que talvez conheça ou que provavelmente o cara merece ser conhecido. Mais um cantor de soul com vozeirão e look de cantor retrô, e daí?

Daí que o single novo do Mayer é aquela delicia que você precisa ter no carro pra levar a namorada até a casa dela. Daí que essa song é uma daquelas baladas deliciosas de soul moderno que grudam no assobio sem ofender ninguém. E daí que sem mais nem menos  você já vai querer ouvir o cd inteiro do cara? Pois é. e daí?

E daí que aperta o play, né?

Papo Cabeça | A difícil arte de tomar decisões.

A dificuldade de escolher é humana, torná-la sobrenatural é um pecado que gera inúmeros problemas. Quantas vzes já não vimos oportunidades boas passarem ser dar tchau ou excelentes relacionamentos irem boeiro abaixo pela falta de maturidade numa decisão ou pelo simples medo de perder a outra escolha. Decidir é crescer e decidir bem é o dom que todos buscam, noite e dia.

Os trechos abaixo, que se referem à arte de decidir, foram extraídos de um artigo publicado na Revista Isto É (edição 2087/artigo155635-6). Vale uma lida rápida:

“Todos os rumos de nossas vidas são definidos por decisões. Não passamos um dia sequer sem fazer escolhas, das mais simples, como que roupa vestir, às mais complexas. Casar ou não casar? Mudar de emprego ou não? Morar em outro país ou ficar onde está? Aguentar firme ou jogar tudo para o alto?

Decidir pode influenciar não só os caminhos de quem escolhe, mas também dos que estão próximos ou dependem, de alguma maneira, daquele que deseja fazer modificações pessoais e profissionais. Não é fácil. Pode ser, inclusive, doloroso. (….). Uma das novidades mais recentes sobre a tomada de decisão vem de um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que, durante o sono, os neurônios fazem novas conexões cerebrais, estimulando a solução de problemas. (….). A pessoa encontra uma saída melhor para a dúvida se parar de pensar nela exaustivamente. Dormir é o descanso ideal para o cérebro ativar a criatividade na fase REM (sigla em inglês para o movimento rápido dos olhos). Ela acontece depois dos sonhos. Nesse período, a questão permanece na mente, mas livre de preconceitos que acabam influenciando as decisões quando estamos acordados. “Esse estudo reforça outros trabalhos”, disse à ISTOÉ o psicólogo americano John M. Grohol, um dos entusiastas da tese. “Já existiam evidências de que, quanto mais pensamos sobre um assunto, pior a decisão tomada. No sono, o inconsciente trabalha sem teorias preconcebidas.”

Mas uma boa noite de sono sozinha não faz milagres. Há obstáculos a serem vencidos para que as escolhas sejam equilibradas. Entre eles, está o medo de perder vantagens. “Os pensamentos confusos que limitam as decisões têm origem no temor de ficar sem alguma coisa”, afirma a psicóloga Adriana de Araújo, especialista em hipnose e programação neurolinguística (PNL). Mas isso vai acontecer, independentemente da decisão. É o peso dos prós e contras que tornam as escolhas complicadas.

Nada, no entanto, é tão inimigo da tomada de decisão quanto a impulsividade. “A emoção é uma catástrofe nessas horas”, diz o coach Sulivan França, presidente da Sociedade LatinoAmericana de Coaching. “Quanta gente não chuta o balde no trabalho em um momento emocionalmente tenso, vai para outra empresa e o lugar é pior?” Ele garante que 90% das vezes em que a escolha é impulsiva o resultado é o arrependimento.

No livro “Fontes do Poder – O Modo como as Pessoas Tomam Decisões” (Ed. Instituto Piaget), o psicólogo americano Gary Klein mostra que os profissionais próximos do perigo, como bombeiros e policiais, acabam por desconsiderar tudo o que estudaram anos a fio e seguem a intuição em momentos de pressão. Vem à tona o instinto de sobrevivência e a internalização do dever a que o indivíduo se comprometeu ao escolher o ofício. Não importa como salvar. O que importa é salvar. As outras pessoas também estão sujeitas a esse impulso, mas os profissionais treinados podem acessar instintivamente o que aprenderam, sem parar para pensar racionalmente, elevando a chance de essa decisão perigosa dar mais certo.

“Uma decisão difícil foi trocar uma carreira militar segura pela carreira diplomática. Mas acredito que não existe decisão isolada. A regra é estar em algum contexto. O importante é estar bem informado e avaliar possíveis desdobramentos. A emoção, o coração sempre influenciam. Mas ceder pode levar a arrependimentos. Prefiro a razão. E a intuição faz parte da razão. A intuição, mesmo que não se queira admitir, também resulta do amadurecimento.”

A tomada de decisão acontece no córtex pré-frontal, área do cérebro responsável, entre outras coisas, por gerar crenças e testar opiniões. É a parte da razão. A lucidez que nos indica o que é coerente e quais são as consequências das nossas ações. E quem consegue decidir sem nem um pouquinho de sentimento?

Ninguém, graças à amígdala, região cerebral onde ficam guardadas as memórias ligadas à emoção. A briga entre o córtex e a amígdala na hora da decisão pode ser compreendida pelos relacionamentos amorosos instáveis. Enquanto um diz “termine, você sabe que será magoado de novo”, o outro insiste: “Ah, lembra daquela viagem romântica, dos momentos tão especiais?” A motivação dirá quem vence a batalha. E ela depende muito de como o indivíduo desenvolveu a necessidade de decisão da infância à vida adulta. Isso inclui aprender a empreender, ter responsabilidades, pesar vantagens e desvantagens e saber perder. O modelo de escolha saudável é reforçado pelas figuras que cercam cada um de nós.”

E aí, qual a sua próxima decisão?

BARBAS | por Dani Soares

O MLB e todo mundo tem muitas dúvidas sobre esse assunto, logo nada mais lógico do que procurar uma profissional da área para explicar geral sobre esse lance.

Sugerimos algumas fotos a querida Dani Soares, profissional Hairstylist e formanda em Visagismo e Terapia Capilar, e imploramos pelos seus comentários e sábias explicações sobre os looks.

Muito bem, Dani apontou alguns de seus looks favoritos nos meninos barbados e comentou aspectos da leitura facial que eles transpassam com essa estética, ou seja, todos anotando cada palavra da Dani!

“Hoje em dia a barba já faz parte do visual de muitos homens, desde o século 15 homens já usavam barbas muito bem feitas.  Assim como elas podem embelezar também podem corrigir alguns problemas estéticos. Por exemplo, quando um homem tem um rosto triângulo invertido a barba é uma grande aliada para disfarçar essa acentuação da face e deixar o rosto mais oval, há também os moçoilos que tem uma aparência muito jovem e devido a sua atuação profissional precisam ter um aspecto mais sério, esse homem deve usar sim uma barba, e quando quiser parecer mais novo é só tirar que estará de visual renovado.”

“Esse rosto tem o formato retângulo alto, quem tem essa face gosta de ser moderno mas com equilíbrio, é incansável e exuberante, possui espírito de contradição,  é impaciente, gosta de viver intensamente, fazendo da vida um sorriso e uma oportunidade. Mesmo seguro de si, ele também tem seu lado sensível.

Analisando seu rosto destaco o queixo do rapaz que mostra tratar-se de alguém com  um lado intuitivo muito aflorado, isso o faz ter uma interpretação da vida que o impede de agir rapidamente ao lidar com qualquer situação.

A barba  está  perfeita, pois deu equilibrio para esse tipo de rosto e sem contar que ele ficou muito charmoso.”

“Esse rosto é muito comum em homens com barba. É um rosto triângulo invertido, esse formato é muito propício ao uso da barba por conta do desenho angular do queixo. Pessoas com esse padrão tem tendência a um ego muito forte, normalmente também é muito fotogênica. Há nele a predomiância dos elementos instintivo e  a necessidade de agir, é expansivo e perspicaz. Possui o desejo de ser o primeiro e de estar em evidência. É uma pessoa simples e generosa.

O modelo da barba é uma Van Dyke.”

“Esse rosto é da casa dos losangos, essa aparência mostra um estilo pessoal muito afirmado, possuidor de uma inteligência tipicamente analítica e específica, é uma pessoa extrovertida, mas não gosta muito de dividir seu espaço, normalmente é ambisioso e  ansioso,  como tem um rosto com muitos ângulos é uma pessoa que dificilmente se deixa agarrar.

Essa barba funciona muito bem para ele, pois a densidade dela afina seu rosto.”

Curtiu? A fofa ainda nos mandou um pensamento pra fechar geral:

“A barba é a formosura do rosto, é uma esposa, é a alegria no coração de um homem.”

R’Akiva, Eicha Rabbah.

Valeu pelo help Dani! O contato dessa Top Hair Style você vê direto no face da linda: www.facebook.com/daniele.soares.948

TIPS | Dragonette

Dragonette é uma banda boa pra c*#$^ e a gente do MLB não vai ficar gastando caracteres se você não concordar com isso, então vão aqui vários motivos pra você cair na nossa:

1 – A auto-gongação no novo Clipe:


Que outra mina, cantora de banda tem coragem de aparecer feia, descabelada e sendo usada para experimentos estranhos no vídeo que encabeça o novo disco da banda?
Ok, a mina em questão é a Martina Sorbara, nada bonita, mas haja coragem, hein? Afinal toda mina de banda acha mesmo quando é zoada que é a maior gata, né Mariah? 

Nem a Mother fuc* Monster Gaga (feia, mas bonita naquelas) tem essa poker face de segurar uma coisa dessas;

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2 – Ter um EP de Remix bom de doer:

Let it Go já tem um EP que conta com vários remixes, todos bons como você pode conferir aqui no Sound Cloud deles: dragonette-let-it-go-laidback

E EP de remixes com coisa que preste é raro. Madonna lançou dezenas de faixas pros seus últimos dois singles cheios de nomes famosos e veja bem…(sic, sic);

3 – Trabalhar pra gente da pesada:

Dois membros do Dragonette (Kurtz e Sorbara) meteram o bedelho escrevendo e produzindo um dos melhores singles (“Grab a Hold”) do cd Bring Ya to the Brink  de miss Cyndi Lauper;

4 – Trabalhar com gente da pesada:

Trabalharam em diversos hit’s com um dos produtores/dj’s do momento, Martin  Solveig (Martin e Martina? Oi?), sendo que um deles foi “Hello” o hino do verão britânico em 2011 (se você ainda não ouviu, CORRE!)

5 – Be continued:

O próximo single que vem por aí, “Right Woman” é tão bom quanto tudo que eles já fizeram e já está na rede:

6 – O HYPE salva:

Bem, se nada até agora ajudou, vamos apelar para o Hype: Electropop, synthpop e New Wave que são algumas das características do Dragonette estão na moda! Assim você abre o leque quando for mostrar esse song pra alguém “especial” e manda um Dragonette assim, já todo briefado!

INSPIRAÇÃO | I Like Your Beard, Dude ;)

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Desde que esse cara aí de cima começou a promover em meados de 2006 o ótimo Sam’s Town, dos The Killers, essa história de pêlos nos rostos masculino não sai mais do Life Style de qualquer antenado de beira de estrada, ou seja, o ditado passou a ser ”cultive com o mesmo afinco os pelos no rosto com igual intensidade que se elimina os do corpo”, ou não?

Bem, se o Brandon Flowers detonou essa dinamite do bigodinho cafa, hoje o papo se prolonga a todos os tipos de barbas, bigodes, costeletas e afins.

Adotar ou não merece atenção, afinal, qualquer um fica bem com esse Look?
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Barbas mais fechadas são inteiramente indicadas pra quem curte um look mais hard, carecas e topetudos abusam e fazem bem. Funciona com constrastes também, lisos, rostos mais delicados, menos angulares, narizes proeminentes, caras mais jovens, loiros, carecas… As funções para um bom look são diversas, basta escolher bem a inspiração e se aprofundar na ideia.

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Bem feita ou mal feita ? Desenhada ou natural? Curta ou longa? Com bigode ou sem bigode? Diversão por conta da casa…

As combinações são tamanhas que certamente retomaremos o assunto com opiniões diversas sobre o trend. Mas na boa? Se rolar dúvida não arrisque; antes de mais nada uma barba ou bigode precisam de espírito.

Combina com: look retrô (xadrez, óculos, bóinas, chapéus, listras, gravatas etc), narigudos, tatoo’s, brincos, piercing’s, peludos, lisos, jovens, maduros, loiros, morenos.

Conclusão: Visual beeem democrático (isso se você puder escolher ter barba ou bigode).